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Squash estará nos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 2028

O squash é um dos cinco novos esportes que farão parte dos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. A modalidade nunca havia sido incluída nos Jogos anteriormente, embora tenha sido um esporte de demonstração nos Jogos Olímpicos de Verão da Juventude de Buenos Aires 2018.


O Egito é uma potência do squash e dominou o esporte nos últimos anos, com Nour El Sherbini vencendo sete títulos mundiais femininos e terminando em segundo lugar em outras três ocasiões.


Demonstrando a grandeza do país africano na modalidade, El Sherbini derrotou a compatriota Nouran Gohar em três finais de 2021 a 2023, antes de Gohar finalmente derrotar sua rival principal na final de 2024 no Cairo.


É uma história semelhante no lado masculino, com os egípcios vencendo sete dos últimos oito títulos mundiais. E dessas sete vitórias, seis foram finais egípcias, com Ali Farag vencendo quatro delas. O peruano Diego Elias é atualmente a maior ameaça ao domínio egípcio.


Atualmente, a número um feminina é El Sherbini, com três de suas compatriotas também no top 10, enquanto há cinco egípcios no top 10 dos jogadores masculinos, liderados por Farag.


Outros jogadores a serem observados são o campeão mundial masculino de 2017, Mohamed El Shorbagy, um jogador nascido no Egito que atualmente defende a bandeira da Inglaterra, e o neozelandês Paul Coll, o número dois do mundo masculino, que tem quatro medalhas de campeonato mundial em seu nome.


História do Squash no Brasil


A história do Squash no Brasil tem origem com os ingleses. A primeira quadra surgiu no início do século XX nas minas de ouro de Nova Lima (MG). Já em clube esportivo, a primeira quadra surgiu no São Paulo Athletic Club na década de 1930.


Mas, pode-se dizer que a história do Squash no Brasil ganhou força no final da década de 1970 e início de 1980. Isto é, foi quando o primeiro boom do Squash começou. Por isso, houve a construção de quadras em clubes e academias de São Paulo e Rio de Janeiro.


Consequentemente, no final de 1980 novas quadras foram construídas no Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais e também em Belém do Pará.


Federações


A primeira federação a ser fundada foi a Federação Paulista de Squash Rackets em novembro de 1979. Depois disso, veio a Federação de Squash do Rio de janeiro, fundada por filho de ingleses liderados por John Hughes. Já a Associação Brasileira de Squash foi fundada em 1985. Logo após, foram fundadas as federações de Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul.


A Confederação Brasileira de Squash foi oficialmente fundada em junho de 1991 na sede do Comitê Olímpico Brasileiro. Logo, em 1994, filiou-se ao COB. Hoje a CBS tem 14 (quatorze) federações filiadas. Isto é, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Brasília, Goiás, Espirito Santo, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Maranhão.


Jogadores de renome


Kiko Frisoni de São Paulo dominou o Squash Brasileiro e sul-americano desde seu início. Juntamente com Paulo Troyano, também de São Paulo, liderou o Squash sul-americano até o final da década de 1980. Na década de 2000, destaca-se Rafael Alarcon.


Já no feminino, a paulista Denise Pastore foi diversas vezes campeã brasileira e sul-americana. Junto com Karen Redfern, representam importantes atletas brasileiras. A mineira Flavia Roberts foi a melhor brasileira classificada no ranking mundial (décimo sétimo lugar em 1988).


Novo Squash Brasil


A história do Squash no Brasil ganhou um novo capítulo em 2016. Ou seja, com o surgimento do Novo Squash Brasil. Esse foi o marco inicial para reunir os atletas profissionais em competições ao longo do ano. O torneio têm sido de ótimo nível técnico.


Além disso, as etapas têm se distribuído em várias localidades do Brasil. Por isso, contribui para a divulgação do esporte e envolvimento dos atletas.


Nossos melhores atletas


Embalada por resultados expressivos no squash conquistados nos últimos anos, Laura Silva encarou uma verdadeira maratona de competições internacionais com a seleção brasileira entre julho e agosto.


Laura Silva, atleta de Campinas de 16 anos, se prepara para rebater uma bola em partida de squash
Laura Silva, de apenas 16 anos, é esperança do Brasil na modalidade

Líder do ranking nacional da modalidade, a atleta de Campinas de apenas 16 anos busca seguir sólida nessa condição e também melhorar a sua colocação no ranking mundial, no qual é a número 106 atualmente, a atleta mais bem posicionada do Brasil.


Em maio, ela foi vice-campeã da etapa do PSA (Professional Squash Association) Challenger Tour do Esporte Clube Pinheiros e conquistou o título do mesmo circuito realizado em Porto Ferreira. Na sequência, veio a medalha de ouro na Copa do Brasil.


No masculino, Diego Gobbi aparece como número 96 do mundo. Assim como Laura, ele também é atleta do Pinheiros. Nativo da Zona Norte de São Paulo, ele tem feito história no squash brasileiro. Após vencer o Campeonato Brasileiro de Squash em 2018, Gobbi repetiu a façanha em 2022.


Nascido em 1995, Gobbi é o unico brasileiro a se tornar campeão juvenil Nacional, Sul-Americano e profissional Nacional. 


Crédito foto: Divulgação

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